sexta-feira, 15 de junho de 2012

Violência contra moradores de rua choca o país e mobiliza Brasília'




Uma reunião que só deveria acontcer no final de março foi antecipada para a próxima quinta-feira (15). O Comitê de Monitoramento da População em Situação de Rua se reunirá para estudar medidas que ajudem a coibir ataques a moradores de rua, como os que aconteceram em Brasília (DF) e Mato Grosso do Sul (MS).
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) convocou a reunião para avaliar e propor as políticas do governo voltadas a proteger essa população e combater essas práticas. A ministra Maria do Rosárioconvidou os governadores dos dois estados para participar do encontro.
Um caso que chocou o país e mereceu destaque nos meios de comunicação do Brasil foi a ação de um grupo de jovens que atearam fogo a dois moradores de rua do Distrito Federal, matando um deles e ferindo outro gravemente, ainda com risco de vida. Ocorrido no final de fevereiro, o crime brutal foi executado friamente, depois de uma tentativa fracassada do mesmo grupo de queimar as vítimas e apesar da mobilização da vizinhança, assustada.
Os criminosos haviam recebido R$ 100 de um comerciante para eliminar os dois moradores que habitualmente dormiam em uma área pública próxima ao seu negócio.
No último sábado (10), uma tentativa de assassinado com a mesma crueldade ocorreu em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde um morador de ruafoi amarrado a uma árvore e teve 40% do corpo queimados. E de novo em Brasília, dois moradores que se abrigavam sob se abrigavam sob árvores em Tabatinga foram mortos a tiros.
Campanhas e políticas públicas devem ser propostas pelo Comitê na próxima quinta-feira. Uma medida simples deve ser divulgada por meio de campanhas, que é o uso do serviço Disque Direitos Humanos (Disque 100) para denunciar maltratos ou ameaças aos direitos da população de rua. O telefonema é gratuito e pode ser feito de qualquer lugar do Brasil, de telefone fixo ou celular, com anonimato garantido. De acordo com a Agência Brasil, o serviço está apto para receber e encaminhar esse tipo de informação.



  Nome:Vinicius Leite N°31 7°a

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Violência urbana



Violência Urbana


A violência urbana é o termo usado para designar ataques relativamente sérios à lei e à ordem pública que veem a violência se exprimir em uma ou mais cidades de um ou mais países.




Um automóvel incendiado na França em 2005.
Apesar da repressão de todos os tempos, a cidade tem sido sempre palco de violência. Assim, em uma carta dirigida ao prefeito de Londres 1730, o escritor Daniel Defoe reclamava que « os cidadãos não mais se sentem seguros em suas próprias casas, nem sequer atravessando as ruas ». As « violências urbanas » tal qual nós tivemos definido aparecem claramente nos Estados Unidos por volta dos anos 60, na França, no início dos anos 80. Na sequência destes incidentes, as violências urbanas serão regularmente perpetradas, mas em escala menor (como o vandalismo e, a partir dos anos 80, o hooliganismo por exemplo), tornando-se quotidiana e assumindo diferentes formas, tanto contra a propriedade quanto contra as pessoas, elas podem ser físicas ou simbólicas; erupções ocorrendo ocasionalmente como em 2005 por toda a França.
A violência urbana ocorre na maioria das sociedades modernas. No entanto, as manifestações como as causas da violência variam entre as sociedades, assim, é errôneo acreditar que a violência urbana que assistimos num determinado lugar seja apenas a transposição de situações de um outro espaço.


                                                        Nome: Davi da Paixão Teixeira N° 05 - 7° A

Violência Ambiental


DESMATAMENTO
A demanda por madeira e carvão, assim como a instalação de cultivos agrícolas, eliminou quase metade da cobertura vegetal do planeta. Para ter uma ideia, de um total de 62,2 milhões de quilômetros quadrados de florestas originais no mundo, restam apenas38,7 milhões. Só na Europa e na Ásia, quase 70% das florestas já viraram cinza. Essa derrubada da cobertura vegetal é um dos grandes flagelos impingidos pelo homem ao meio ambiente. 
 LIXO
Uma das maiores pragas do mundo contemporâneo – causada, entre outros fatores, pelo aumento populacional, pela urbanização descontrolada e pelo consumo indiscriminado –, o despejo de resíduos sólidos e líquidos é uma séria ameaça tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade. Os principais problemas gerados pelo lixo são a poluição do solo e das águas, o acúmulo de material não degradável ou tóxico e a proliferação de insetos transmissores de doença. 

Nos meios urbanos, os dejetos amontoados ao léu também colaboram para a ocorrência de enchentes, por obstruir os cursos de água. E trata-se de um problema global, não restrito aos “deseducados” países em desenvolvimento. Os Estados Unidos, por exemplo, produzem nada menos que 200 milhões de toneladas de lixo por ano. Por fim, é bom lembrar: para a fabricação de produtos que, mais tarde, se transformarão nesse lixo todo, gasta-se uma quantidade exorbitante de matéria-prima. 

 POLUIÇÃO DAS ÁGUAS
A poluição das águas é causada, sobretudo, pelo lançamento de dejetos industriais e agrícolas, esgoto doméstico e resíduos sólidos. Isso compromete a qualidade das águas superficiais e subterrâneas em inúmeros pontos do planeta. Os rios e lagos são considerados os ambientes mais ameaçados do globo. Sofrem, por exemplo, com o fenômeno conhecido como eutrofização: os esgotos domésticos são ricos em matéria orgânica, que sofre a ação de micro-organismos, resultando na produção de nutrientes; assim, quando esse esgoto é lançado na água, produz um excesso de nutrientes que acaba provocando o crescimento extraordinário de algas – essas, por sua vez, impedem a passagem da luz e a transferência do oxigênio atmosférico ao meio aquático. 

Outro exemplo de degradação, agora das águas subterrâneas, é o caso do Aquífero Guarani, um dos maiores reservatórios de água doce do mundo. Em algumas regiões, como em Ribeirão Preto (SP), estudos apontam elevado grau de contaminação por agrotóxicos Os ambientes marinhos e costeiros também estão seriamente ameaçados pela poluição, pela superexploração da pesca e por acidentes ou descargas em alto-mar, como no caso dos catastróficos vazamentos de petroleiros. 
 POLUIÇÃO DO AR
A poluição do ar é causada principalmente pela queima de combustíveis fósseis nos transportes e na geração de energia elétrica e pela atividade industrial. Dióxido de carbono (CO2) – o grão-vilão do efeito estufa –, monóxido de carbono (CO) e hidrocarbonetos (HC) são alguns dos poluentes mais emitidos. Praticamente todos eles são bastante nocivos ao homem e ao meio ambiente. No mundo inteiro, segundo o relatório Desafio Global, da ONU (2002), mais de 3 milhões de pessoas morrem ao ano em razão de poluição por essas substâncias. Nome Davi N°05 7°a

Estupro

Estupro ou violação é a prática não-consensual do sexo, imposto por meio de violência ou grave ameaça de qualquer natureza por ambos os sexos. Pois também é um tipo de violência, caso muitos não saibam.



Cultura



Até 1975, época em que a feminista estadunidense Susan Brownwmiller lançou seu livro 'Against our Will', obra esta que se tornaria um marco na defesa pelos direitos femininos, havia uma cultura de que a mulher poderia ter contribuído com o estupro, caso não tivesse tentado resistir. Assim, até então, quando uma mulher era violentada, tinha de provar que havia tentado resistir. Também levava-se em consideração a maneira como a vítima estava vestida e até mesmo sua vida pregressa. Considerava-se que se a mulher estivesse vestida de forma tida como provocante, isso seria uma atenuante para o agressor. Da mesma forma, se ela tivesse vários parceiros também. A obra de Susan Browmiller, contudo, abordava o estupro como sendo uma forma de violência, poder e opressão masculina e não de desejo sexual. Segundo ela, o estupro seria uma forma consciente de manter as mulheres em estado de medo e intimidação. 


Estupro de homens contra homens


Estatísticas revelam que o estupro de homens contra homens é mais comum do que se imagina e apresenta baixo índice de denúncia; "homens sem voz" seriam milhares em todo o mundo, mas em especial em países nos quais as Instituições e a Justiça tem pouca eficácia.

                                                 Nome: Davi da Paixão Teixeira N° 05 - 7°A

Racismo


O racismo é a tendência do pensamento, ou o modo de pensar, em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras, normalmente relacionando características físicas hereditárias a determinados traços de carátere inteligência ou manifestações culturais. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas que valorizam as diferenças biológicas entre os seres humanos, atribuindo superioridade a alguns de acordo com a matriz racial.
A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade e ao complexo de inferioridade, se sentindo, muitos povos, como inferiores aos europeus. Pois temos que ser contra a todos os tipos de violência, principalmente esta.
Nome :Davi Teixeira n°05 7°a

A Violência




A violência ocupa os meios de comunicação e constitui-se em uma preocupação permanente da sociedade, expressa em diferentes movimentos locais,nacionais e internacionais com a participação de organizações não-governamentais. Analisando-se o processo histórico da formação da sociedade moderna, constata-se que a violência fez parte, e ainda faz,dos processos políticos, econômicos, sociais e culturais dessa sociedade. Primeiro na Europa, a partir do século XIII, com a formação do território do Rei, instituinte da sociedade moderna, através da construção do Estado, originou-se a raiz dessa intrínseca modalidade de violência. Nesse processo, o local e o regional foram secundarizados em favor da formação do território nacional, construindo-se a chamada cultura da nacionalidade, que legitimou o Estado-Nação e sua classe hegemônica em detrimento de cada lugar e de cada região. O universalismo estava, e ainda está, presente. Primeiro, pela concepção religiosa cristã, e, posteriormente, pela razão operatória e instrumental, constituinte da ciência moderna, que produziu o iluminismo. Na expansão europeia que originou o Novo Mundo, a violência se fez presente, legitimada pela concepção religiosa cristã e, mais tarde, pelo iluminismo. Em nome do cristianismo e do racionalismo praticaram-se verdadeiros genocídios sobre a variedade dos grupos humanos e sobre a pluralidade das culturas. De todas as violências, simbólicas e materiais, possivelmente a mais profunda, porque perene, é a transformação do Outro no Eu, a heterogeneidade na homogeneidade, o não acesso das culturas dos diferentes grupos humanos à dinâmica da sociedade moderna. O Estado, instituido a partir do território do Rei, construiu a cultura hegemônica que o legitimou. Nos dias de hoje vivenciamos uma dinâmica semelhante, porém em outra escala. Se na formação histórica da modernidade desconstruiu-se o local e o regional em nome de um novo lugar, o território nacional, na contemporaneidade estamos planetarizando o território do Rei em nome de um poder político e ideológico centrado no Mercado, um não-lugar. Com isso, a inclusão social não é mais a formação do individuo cidadão, incluido na cultura nacional e, sim, o individuo consumidor, participante desse não-lugar, o Mercado. A violência, de toda ordem, aprofunda-se nesse contexto, porque à violência da exclusão das culturas dos grupos humanos ao acesso à sociedade nacional, superpõe-se a redução do individuo ao Mercado, o mesmo ocorrendo com os diferentes estados e sociedades nacionais. Combater a violência significa: -considerar o local, o regional e suas múltiplas temporalidades; -levar em conta a diversidade de grupos humanos e a pluralidade de suas culturas; -pensar e agir na diferença, vivenciando os contextos e convivendo com o diferente na diferença; -desconstruir a lógica da acumulação do capital, a exploração da mais-valia, seja obreira ou intelectual; -planetarizar o território como uma rede complexa de lugares, culturas e grupos humanos; -exigir uma nova educação, onde as novas gerações aprendam a vivenciar diferentes contextos e a conviver com múltiplas subjetividades. Em síntese, nos parâmetros da modernidade e nos dias atuais, a violência é um traço intrinseco. Para uma dinâmica social centrada na paz, precisamos inventar uma outra sociedade. - Nome: Larissa n°15 7°a

Violência contra o idoso

Sabe-se que nos próximos anos a população brasileira será uma população idosa. Em conseqüência desse envelhecimento populacional, o idoso tornar-se alvo da violência. A agressão a população acima de 60 anos vem de diversas formas, a falta de carinho, atenção, pressão psicológica, descaso e a agressão física propriamente dita. O número de idosos que sofrem algum tipo abuso é tão grande que esse caso já se tornou um problema de saúde pública.Vale ressaltar que muitas vezes as agressões podem resultar em morte.

Nome:Larissa  N°15  Série 7°a